sexta-feira, 30 de junho de 2017

Vulnerabilidade SNMP nos switches Cisco


Pessoal, a Cisco anunciou um boletim de segurança informando diversas falhas críticas no serviço de SNMP dos sistemas IOS e IOS XE, permitindo possíveis exploits para conseguir o controle dos sistemas informados.



O problema dessa falha é que ela afeta todas as versões SNMP (1, 2c e 3)  podendo causar buffer overflow na caixa  (na versão 2 basta saber a comunity, ja na v3 tem que ter credenciais válidas) e também afeta todos os equipamentos que não forem atualizados com o hotfix que a Cisco irá disponibilizar nos próximos dias, segue algumas MIBs vulneráveis:

ADSL-LINE-MIB
ALPS-MIB
CISCO-ADSL-DMT-LINE-MIB
CISCO-BSTUN-MIB
CISCO-MAC-AUTH-BYPASS-MIB
CISCO-SLB-EXT-MIB
CISCO-VOICE-DNIS-MIB
CISCO-VOICE-NUMBER-EXPANSION-MIB
TN3270E-RT-MIB

Uma solução de contorno até o momento é desabilitar as MIBs informadas, porém a solução definitiva é a instalação do release mesmo.

Link:
https://tools.cisco.com/security/center/content/CiscoSecurityAdvisory/cisco-sa-20170629-snmp

Pra quem acompanha o blog vai perceber que já é a terceira falha grave de segurança nos equipamentos Cisco, eles já podem pedir música no Fantástico kkkk

Abraços

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Programa Cisco Cybersecurity



Galera, vou mostrar como funciona o treinamento disponibilizado pela Cisco (scholarship), lembrando que estamos com um grupo no Telegram disponibilizando alguns materiais e dicas extras.




Valeu pessoal.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Ferramentas de Cybersecurity



Pessoal, estou trazendo uma série de ferramentas utilizadas pelos analistas de security/cybersec e no mercado em geral, a grande maioria é Open Source (grátis) basta baixar e testar, algumas possuem versão grátis e versões pagas.

Ferramentas de captura de pacotes

Cisco IOS Router e Cisco ASA (http://www.cisco.com/) também podem executar a captura de pacotes.

Netsniff-ng (http://netsniff-ng.org/) é um kit de ferramentas de rede Linux gratuito que inclui captura e reprodução de pacotes usando pcap.

Sniffit (http://sniffit.sourceforge.net/) é um sistema de sniffer distribuído, que permite aos usuários capturar o tráfego de rede de uma máquina única usando um aplicativo client gráfico. Este recurso é muito útil em redes com switches, onde os sniffers tradicionais só permitem aos usuários sniffar seu próprio tráfego de rede.

Tcpdump (http://www.tcpdump.org/) é um poderoso analisador de pacotes de rede para Linux que pode ser usado para depuração em rede e monitoramento de segurança. O WinDump permite que você tenha a mesma funcionalidade que tcpdump em um ambiente Windows. O Tcpdump imprime uma descrição do conteúdo dos pacotes em uma interface de rede que corresponde à expressão booleana. Também pode ser executado com o sinalizador -w, o que faz com que ele salve os dados do pacote em um arquivo para análise posterior e / ou com o sinalizador -r, o que faz com que ele leia de um arquivo de pacote salvo em vez de ler pacotes A partir de uma interface de rede. Em todos os casos, somente os pacotes que correspondem à expressão serão processados ​​pelo tcpdump.

T-Shark (http://www.wireshark.org/docs/man-pages/tshark.html) é um analisador de protocolo de rede. Ele permite que você capture dados de pacotes de uma rede ao vivo ou leia pacotes de um arquivo de captura previamente salvo, imprimindo uma forma descodificada desses pacotes para a saída padrão ou escrevendo os pacotes para um arquivo. O formato de arquivo de captura nativo do T-Shark é o formato libpcap, que também é o formato que é usado por tcpdump e várias outras ferramentas.

Wireshark (http://www.wireshark.org/) é um analisador de protocolo de rede GUI que permite capturar arquivos de pacotes de uma rede em tempo real ou de um arquivo de captura previamente salvo.

O Microsoft Message Analyzer (https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=44226) é uma nova ferramenta para capturar, exibir e analisar o tráfego de mensagens de protocolo, eventos e outros sistemas ou aplicativos , mensagens na solução de problemas de rede e outros cenários de diagnóstico. O Message Analyzer também permite que você carregue, agregue e analise dados de registros e arquivos de rastreamento salvos.

Scanners de rede

O NMAP (http://www.nmap.org/) é um utilitário de licença livre e de código aberto (licença) para descoberta de rede e auditoria de segurança.

OpenVAS (http://www.openvas.org/) é um conjunto de varredura de vulnerabilidade de código aberto que cresceu a partir de um garfo do motor Nessus quando foi comercializado.

Ferramentas de teste da Web

O Burp Suite (https://portswigger.net/burp/) é uma plataforma integrada que pode ser usada para executar testes de segurança de aplicativos da web - versões gratuitas e pagas estão disponíveis.

Nikto2 (https://cirt.net/Nikto2/) é um scanner de servidor web de código aberto que realiza testes abrangentes contra servidores web para vários itens, incluindo mais de 6400 arquivos potencialmente perigosos e CGIs. Nikto verifica versões desatualizadas de mais de 1200 servidores e problemas específicos da versão em mais de 270 servidores.

OWASP Mantra (http://www.getmantra.com/) uma estrutura de segurança baseada no navegador, inclui uma seleção de ferramentas integradas e on-line que podem ser usadas para teste de penetração e testes de aplicativos da web.

OWASP Mutillidae II (https://www.owasp.org/index.php/OWASP_Mutillidae_2_Project) é uma aplicação web livre, de código aberto, deliberadamente vulnerável, fornecendo um alvo para os entusiastas da segurança na web. Mutillidae pode ser instalado em Linux e Windows. Mutillidae II é um ambiente de hacking web fácil de usar, projetado para laboratórios, entusiastas da segurança, salas de aula e metas de ferramentas de avaliação de vulnerabilidades.

 Cracks de senha

Cain e Abel (http://www.oxid.it/cain.html) é uma ferramenta de recuperação de senha baseada no Windows que pode ser usada para capturar e monitorar o tráfego de rede para senhas e crack em senhas criptografadas usando vários métodos.

John the Ripper (http://www.openwall.com/john/) é um cracker de senha rápida, disponível para muitos distros do Unix, Windows, DOS e OpenVMS. Essas ferramentas suportam vários tipos de hash de senha.

L0phtCrack (http://www.l0phtcrack.com/) é uma ferramenta que é usada para quebrar senhas do Windows de hashes, que podem obter (acesso apropriado) de estações de trabalho independentes, servidores em rede, controladores de domínio primários ou Diretório ativo. Às vezes, pode snifar as hashs offiline. Ele também possui vários métodos de geração de suposições de senha (dicionário, força bruta e assim por diante).

Ophcrack (http://ophcrack.sourceforge.net/) é um cracker de senha Windows gratuito baseado em rainbow tables. É uma implementação muito eficiente de rainbow tables que são feitas pelos inventores do método. Ophcrack vem com uma GUI e é executado em várias plataformas.

Ferramentas de teste de penetração

O BackTrack (http://www.backtrack-linux.org/) é uma distribuição Linux inicializável e gratuita que contém muitas ferramentas de código aberto para segurança de rede e testes de penetração. As ferramentas são organizadas em diferentes categorias, como coleta de informações, avaliação de vulnerabilidades, ferramentas de exploração e escalonamento de privilégios. Backtrack já não está sendo mantido; Ele foi transferido para o Kali Linux.

Kali Linux (https://www.kali.org/) é uma distribuição Linux que agrega milhares de pacotes de software gratuitos. A seção não gratuita do Kali Linux contém várias ferramentas que não são de código aberto, mas que foram disponibilizadas para redistribuição pela Offensive Security através de acordos de licenciamento padrão ou específicos com os fornecedores dessas ferramentas.

O Metasploit Framework (https://www.metasploit.com/) é um conjunto de ferramentas abrangente que pode testar todos os aspectos da segurança com foco ofensivo.

IPS / IDS

Bro (http://bro-ids.org/) é uma estrutura de análise de rede que é diferente do IDS típico.

OSSEC é um sistema de detecção de intrusão baseado em host que suporta várias plataformas, incluindo Linux, Solaris, AIX, HP-UX, BSD, Windows, Mac e VMware ESX. OSSEC é fácil de configurar e configurar, e é totalmente aberto e gratuito.

Snort (http://www.snort.org/) é um sistema de detecção e detecção de intrusão de rede de código aberto (IPS / IDS) desenvolvido pela Sourcefire. Combinando os benefícios da assinatura, protocolo e inspeção baseada em anomalias, a Snort é a tecnologia IDS / IPS mais amplamente implantada em todo o mundo. Com milhões de downloads e mais de 500.000 usuários cadastrados, o Snort tornou-se o padrão de mercado para IPS.

Suricata (http://www.openinfosecfoundation.org/index.php/download-suricata) é um Next Generation Firewall de Código Aberto. A Suricata é de código aberto e de propriedade da Open Information Security Foundation (OISF), uma base de lucro sem fins lucrativos baseada na comunidade.

Ferramentas de monitoramento de segurança de rede

Security Onion (https://securityonion.net/) é uma distribuição de monitoramento de segurança de rede aberta. Security Onion é fácil de se configurar, com um esforço mínimo, você começará a detectar eventos relacionados à segurança em sua rede. Detectar tudo, desde a força bruta, scriptkids, e APTs desagradáveis. A Security Onion contém ferramentas como Snort, ELSA, Xplico e NetworkMiner. O assistente de configuração embutido torna fácil de usar.

Sguil (http://sguil.sourceforge.net/) é uma GUI intuitiva que fornece acesso a eventos em tempo real, dados de sessão e capturas de pacotes. O Sguil facilita a prática de monitoramento de segurança de rede e análise baseada em eventos. O cliente Sguil está escrito em tcl / tk e pode ser executado em qualquer sistema operacional que suporte tcl / tk (incluindo Linux, BSD, Solaris, MacOS e Win32).

ELSA (https://github.com/mcholste/elsa/) é uma estrutura de syslog centralizada que é baseada em pesquisas de texto completo Syslog-NG, MySQL e Sphinx que fornece uma interface de consulta totalmente assíncrona baseada em web que normaliza logs e faz pesquisas em  bilhões deles para strings arbitrárias tão fácil quanto procurar na web. Ele inclui ferramentas para atribuir permissões para visualizar os logs e alertas baseados em e-mail, consultas agendadas e gráficos.

Splunk Enterprise (http://www.splunk.com/) é uma plataforma para inteligência operacional em tempo real. O Splunk é a maneira fácil, rápida e segura de pesquisar, analisar e visualizar os fluxos maciços de dados de log que são gerados pelos sistemas de TI e infra-estrutura tecnológica: física, virtual e na nuvem. A licença de versão gratuita permite indexação de até 500 megabytes de dados por dia.

Ferramentas de inteligência de segurança

O Talos Intelligence Group é constituído por pesquisadores líderes de ameaças que são suportados por sistemas sofisticados para criar inteligência de ameaças para produtos da Cisco que detecta, analisa e protege contra ameaças conhecidas e emergentes. O Talos Intelligence Group mantém os conjuntos oficiais de regras de Snort.org, ClamAV, SenderBase.org e SpamCop. (Referência: blog do Talos Intelligence Group, http://www.talosintelligence.com, http://blogs.cisco.com/talos.)

O CVSS (https://www.first.org/cvss/) é um padrão comercial gratuito e aberto para avaliar a gravidade das vulnerabilidades de segurança do sistema informático. A versão atual do CVSS (CVSSv3.0) foi lançada em junho de 2015.

OWASP (https://www.owasp.org/) é uma comunidade aberta que se dedica a permitir que as organizações concebam, desenvolvam, adquiram, operem e mantenham aplicativos confiáveis. Todas as ferramentas, documentos, fóruns e capítulos da OWASP são gratuitos e abertos para quem está interessado em melhorar a segurança das aplicações. Os defensores da OWASP estão abordando a segurança do aplicativo como um problema de pessoas, processos e tecnologia, porque as abordagens mais efetivas para a segurança do aplicativo incluem melhorias em todas essas áreas.

VirusTotal (https://www.virustotal.com/) é uma subsidiária do Google. VirusTotal é um serviço on-line gratuito que analisa arquivos e URLs que permitem a identificação de vírus, worms, trojans e outros tipos de conteúdo malicioso detectados por mecanismos de antivírus e scanners de sites.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

FRRouting project



Fala galera beleza?

Em abril, foi lançado o primeiro release official do projeto FRRouting, que na verdade é um roteador Open-source baseado no Quagga e é desenvolvido/suportado pelos grandes players Open-Source e grandes comunidades linux da web (além do Linux Foundations):



 O roteador suporta diversos protocolos de roteamento (RIP, OSPF, ISIS, BGP, LDP etc.) além de diversas features de um roteador comum (route-map, ACLs, SNMP,  Zebra, Route-Server etc.) na versão atual, porém a equipe está trabalhando na compatibilidade com o protocolo MPLS para o próximo release:



 A CLI do roteador é baseada na IOS da Cisco, tornando muito mais simples a migração para essa nova plataforma:

 % telnet localhost 2601
Trying 127.0.0.1...
Connected to localhost.
Escape character is '^]'.

Hello, this is frr (version 2.0)
Copyright © 1999-2005 Kunihiro Ishiguro, et al.

User Access Verification

Password: XXXXX
Router> ?
  enable            Turn on privileged commands
  exit              Exit current mode and down to previous mode
  help              Description of the interactive help system
  list              Print command list
  show              Show running system information
  who               Display who is on a vty
Router> enable
Password: XXXXX
Router# configure terminal
Router(config)# interface eth0
Router(config-if)# ip address 10.0.0.1/8
Router(config-if)# ^Z
Router#

Link:
https://frrouting.org/

Download:
https://github.com/FRRouting/frr/releases/tag/frr-2.0

O projeto é bem interessante e vale a pena conferir, até porque daqui a algum tempo provavelmente você irá se deparar com ele em algum roteador por ai, além da provável integração com redes SDN que ele irá trazer.

Abraços Pessoal

terça-feira, 9 de maio de 2017

Próximos cursos Nic.BR


Fala galera, o Nic.BR está abrindo inscrições para os cursos de Boas Práticas Operacionais para Sistemas Autônomos (final de Maio) e  também o curso de Curso Intensivo da Escola de Governança da Internet no Brasil (Agosto):

Conteúdo:
Introdução à Internet e aos Sistemas Autônomos
Governança
Endereços e plano de endereçamento
Introdução ao roteamento
Boas práticas para o roteamento
Tópicos avançados de roteamento
Gerenciamento de redes
Segurança
IX Fórum Regional

Um dos principais desafios do Curso Intensivo é a definição do programa. Com o avanço da Internet nas mais diversas atividades do nosso cotidiano a amplitude dos temas relacionados à Governança da Internet tem crescido e se complexificado. Para facilitar a abordagem desse extenso rol de conteúdos, o programa prevê um momento de atividades prévias, em que os alunos já terão acesso, por meio de ambiente online, a um conjunto de materiais e atividades estruturados com o objetivo de embasá-los para o acompanhamento da etapa presencial. As atividades prévias serão realizadas nas três semanas anteriores ao momento presencial.

Atividades prévias:

Consistem em um grupo de atividades a serem realizadas a distância abrangendo:

Leitura de bibliografia recomendada;
Acompanhamento de vídeo aulas sobre os assuntos a serem abordados no curso;
Aulas virtuais com os instrutores do curso para esclarecimento de dúvidas e debates orientados das leituras.
As atividades prévias são obrigatórias para todos os alunos.

As atividades prévias permitirão aos alunos terem acesso, por meio de ambiente online, a um conjunto de materiais e atividades estruturados com o objetivo de preparar os participantes para o acompanhamento da etapa presencial. As atividades prévias são obrigatórias para todos os alunos.

Momento presencial:

Estruturado com aulas expositivas, painéis, debates e outras atividades planejadas e preparadas pelo Corpo Docente e pela Equipe da Assessoria ao CGI.br. A carga horária, de 40 horas, compreende a realização do curso em uma semana.


Link:
https://cursoseventos.nic.br/turmas/

Já realizei o curso de boas práticas, vale a pena galera, o de governança também tenho ótimas recomendações.

Atualizando pessoal, abriram também inscrições para o curso à distância de IPv6 com ínicio no dia 25/05:

http://saladeaula.nic.br/courses/course-v1:NIC.br+IPV6-001+T001/about

Abraços pessoal.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cisco Cybersecurity Scholarship

Fala galera beleza?

Pessoal a Cisco me enviou um e-mail perguntando se eu não queria adiantar o meu treinamento para a certificação de CyberSec do programa de bolsas criado no ano passado, aceitei e estou realizando os 3 cursos disponíveis no NetAcad, em paralelo vou postando o que estou achando dos cursos e alguns materiais de estudo para as provas.



- Pra começar a Cisco disponibiliza 3 cursos:
    1 - Introduction to Cybersecurity - Curso com 5 modulos bem simples com o básico de Cybersec e redes para a galera se familirizar com o tema e com o modelo de ensino (da pra terminar em menos de 1 semana):



    2 - Understanding Cisco Cybersecurity Fundamentals (SECFND) - Curso com 14 capitulos mais aprofundados sobre os temas acima, com diversos labs e testes voltados para a prova 210-250:



3 - Implementing Cisco Cybersecurity Operations (SECOPS) - Curso com 15 capitulos mais voltado para as operações de um analista de Cyberops.

- Realizei o curso de introdução em mais ou menos uma semana, pois o conteúdo é bem parecido com que a maioria da galera que fez o ccna e algumas outras certs já viu (Camada OSI, tipos de devices, tipos de ataques etc.), apenas realizem os testes em conjunto com o capitulo que você estiver estudando que você não irá ter problemas com essa parte.

- Estou no 4 capitulo do segundo curso (SECFND) e achei bem interessante o método de estudos de cada capitulo, primeiro eles sempre mostram um vídeo com uma introdução básica sobre o tem, depois vem o conteúdo que dependendo do tema pode ser extenso ou não, além disso no fim do capitulo sempre tem um lab prático online com diversas tarefas interessantes pra realizar (ex. no último lab precisei injetar uma rota em um roteador rodando OSPF com o programa Loki no Kali e também realizar um ARP poisoning para capturar uma sessão telnet de uma máquina), por último você tem um pequeno teste que te ajuda a fixar o que foi ensinado no capitulo:



- Estou colhendo materiais e conteúdo para disponibilizar pra galera que está estudando pra essa cert também, alem disso criei um grupo no Telegram pra galera compartilhar o andamento dos treinamentos e dicas das provas:


Grupo no Telegram:
https://t.me/joinchat/AAAAAENuMvrINhu5OxDWJQ

Materias:

E-Pub Official Guide:
http://www48.zippyshare.com/v/geXD8ZTc/file.html
ou
https://drive.google.com/open?id=0B7VR2pl2LSobQlBIX3ZlYnpmUGs

Live Lessons SECFND 210-250:
https://mega.nz/#F!1MVW3KaA!nZYWpwI3ME5sJQMgcJKN8Q

http://dl2.technet24.ir/Downloads/Cisco/LiveLessons-CCNA-Cyber-Ops-SECFND-210-250-Technet24.part1.rar
http://dl2.technet24.ir/Downloads/Cisco/LiveLessons-CCNA-Cyber-Ops-SECFND-210-250-Technet24.part2.rar
http://dl2.technet24.ir/Downloads/Cisco/LiveLessons-CCNA-Cyber-Ops-SECFND-210-250-Technet24.part3.rar

password:- technet24.ir


Abraços Pessoal

quarta-feira, 3 de maio de 2017

GNS3 2.0 Stable release



Fala galera beleza?

O GNS3 acaba de lançar a atualização da sua versão estável do GNS3 com algumas mudanças interessantes como o  “save as you go” que salva automaticamente os seus projetos enquanto trabalha, smart packet capture, VPCS/clouds/switches templates, um novo  "cloud node", um novo  NAT node e muito mais, além dos novos vendors que a ferramenta suporta: Arista vEOS, Cumulus VX, Brocade Virtual ADX, Checkpoint GAiA, A10 vThunder, Alcatel 7750, NetScaler VPX, F5 BIG-IP LTM VE, MikroTik CHR, Juniper vMX e mais.

Acredito que o pessoal do GNS3 esteja correndo atrás do projeto EVE (os dois parecem competir a cada novo release qual o melhor emulador de redes), então segue as atualizações da nova versão:


What’s new in GNS3 version 2.0

Version 2.0 is a new major release of GNS3 which brings major architectural changes and also  new features.

GNS3 was only a desktop application from the first version up to version 0.8.3. With the more recent 1.x versions, GNS3 has the possibility to use remote servers. Now, in version 2.0, multiple clients could control GNS3 at the same time, also all the “application intelligence” has  been moved to the GNS3 server.

What does it mean?

Third parties can make applications controlling GNS3.
Multiple users can be connected to the same project and see each other modifications in real time.
No need to duplicate your settings on different computers if they connect to the same central server.
Easier to contribute to GNS3, the separation between the graphical user interface and the server/backend is a lot clearer.
All the complexity of connecting multiple emulators has been abstracted in what we call the controller (part of GNS3 server). From a user point of view, it means that it is possible to start a packet capture on any link, connect anything to a cloud etc.

Finally, by using the NAT object in GNS3, connections to Internet work out of the box. Please note this is only available with the GNS3 VM or a Linux OS with libvirt installed.

NEW FEATURES

Save as you go

Your projects are automatically saved as you make changes to them, there is no need to press any save button anymore. An additional benefit is this will avoid synchronisation issues between the emulators’ virtual disks and projects.

Multiple users can be connected to the same project

Multiple user can be connected to the same project and see each other changes in real time and collaborate. If you open a console to a router you will see the commands send by other users.

Smart packet capture



Now starting a packet capture is just as easy as clicking on a link and asking for new capture. GNS3 will guess the pick the best interface where to capture from.

The packet capture dialog has also been redesigned to allow changing the name of the output file or to prevent automatically starting Wireshark:

Capture on any link between any nodes

There is no longer any restriction on what kind of node can be used for a packet capture. Previously VPCS and Qemu were not supported.

Select where to run a VPCS node

Like for hubs and switches, it is possible to select which server to use when VPCS node is dropped into a project .

Delete a project from the GUI



Now you can delete a project from the file menu. All files will be deleted from your hard drive and remote servers.

Or via the project dialog



Project options

There are now multiple options allowing you to load a project with GNS3 in background and even to auto start the nodes.



The cloud is a real node

In previous versions of GNS3, the cloud was in fact a direct usage of the emulator capabilities to connect to external networks. In version 2.0, the cloud is a real node, this means:

Possibility to connect anything to any cloud
All links to a cloud support packet capture
There is no need to run emulators as root to connect to a cloud (only uBridge requires admin permission).
Cloud templates

You can create cloud templates with your favorite interfaces and symbols.

New cloud interface

The cloud interface is simpler with a unique select dialog for ethernet interfaces. We also merged host object into the cloud since the difference between the 2 objects was not clear for most users.



VPCS / Ethernet Switch / Ethernet Hub templates

You can create template for these nodes just like other nodes.

Search OS images in multiple locations

OS images can be stored in selected folder and used without providing the full path. GNS3 will scan these folders in order to find the correct images.



VM wizards offer a list of images available locally or remotely. GNS3 will upload an image for you if it can only be found locally.

Periodic extraction of startup configs for Dynamips and IOU

Startup configs are extracted at regular interval to avoid configuration loss if Dynamips or IOU crashes.

Custom cloud, Ethernet hub and Ethernet switch templates

It is possible to create custom templates (symbol, name format etc.)

Snap to grid for all objects

In version 1.5, we introduced the snap to grid feature. Now you can use it for rectangles, ellipses, images etc.

Synchronize the node templates when using multiple GUI

Node templates are sync between all the GUIs.

Link label style

The style of link labels can be changed just like labels for nodes (color, font, orientation etc.)

New place holders in command line for opening consoles

%I WILL BE REPLACED BY THE PROJECT UUID

When you open a console to a node you can pass %i to the console command line, this will be replaced by the project UUID allowing scripts to interact with your project.

%C WILL BE REPLACED BY THE CONNECTION STRING

When you open a console to a node you can pass %c to the console command line, this will be replaced by the connection string to the GNS3 server allowing your scripts to know how to connect to the GNS3 API.

Export a portable project from multiple remote servers

It is possible to export a project and reimport it to a single GNS3 VM if you a have a project running on multiple remote servers.

Note: You cannot re-import a project to the original multiple remotes or non GNS3 VM server. This a limitation of the export file format.

New save as

The old “save as” has been replaced by a project duplication feature. This feature will duplicate not just the .gns3 but also the disk data from all GNS3 servers.

With evolution of emulators, the complexity of the tasks to duplicate was bigger and we could no longer just duplicate the raw data. Behind the scene the import / export system introduced in version 1.5 using .gns3project extension is now used for duplicated projects.

Snapshots with remote servers

Snapshots are not supported when using remote servers. Behind the scene the import / export system introduced in version 1.5 is used for snapshots.

Better start / stop / suspend all nodes

Start / stop / suspend all nodes feature will limit the amount of process starting at the same time to optimize CPU usage.

Edit config

Dynamips, VPCS and IOU nodes support configuration editing from within GNS3. Note: this feature doesn’t automatically reload the config in the node.

NAT node

NAT node can be used to connect GNS3 nodes to the Internet without any configuration, this requires the GNS3 VM or Linux. This node uses the libvirt nat interface.

This also replaces the Internet VM, the conversion will be automatic for internet VM users. An additional benefit is that this will consume less RAM and CPU.

Support for colorblind users

The stop symbol is now a square in order to help colorblind users to see the differences with running devices.



Support for non local server

In previous version, disabling the local server was not officially supported.

Now if you disable the local server you can put settings for a remote server that will replace your local server.

Support for profiles

GNS3 can be started with the parameter --profile PROFILNAME in order to have different settings applied. This can be useful if one needs different settings for different usage of GNS3 (home vs office).

Or enable a dialog at startup



Suspend the GNS3VM when closing GNS3

For fastest exit and restart of GNS3 you can now suspend the VM. This works well with an SSD disk. For instance, it takes less than 4 seconds on an old macbook when previously the start time was 30 seconds.

Edit the scene size

The scene size can be changed if your project is bigger than the standard one.

IOU licence improved

Instead of the old licence file system. Now you can import the IOU licence and it will be sync across your devices.

BIOS image support for Qemu

You can now use custom bios image when running Qemu machines. This allow to use appliance with custom UEFI bios.

NEW API

Developers can find out how to control GNS3 using an API here: http://api.gns3.net/en/2.0/

Thanks to our controller, it is no longer required to deal with multiple GNS3 servers since most of the information is available in the API.

All the visual objects are exposed as SVG.

This API is quite complete, the only major missing part at the moment is creation and use of node templates.